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Ventania

In two days tomorrow will be yesterday.


Sexta-feira, 13.03.15

O Continente online é uma bosta.

Era só isto.

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por Ventania às 08:35

Quarta-feira, 11.03.15

deve ser Amor

Chegar ao fim da tarde com saudades do babe, porque já não o vejo desde as 8 da manhã.

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por Ventania às 19:15

Quarta-feira, 11.03.15

O blogue mais chato do Universo*...

É duma pessoa da minha terra. *Nem por isso é pouco lido.

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por Ventania às 19:14

Segunda-feira, 09.03.15

Li agora uma coisa no meu feedly

E fiquei assim a modos que embasbacada. Manager do blog? Oi? Really?!

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por Ventania às 18:29

Sexta-feira, 06.03.15

Coisas que eu gostava mesmo, mesmo!, de perceber

Leio os poucos blogues que sigo no trajecto casa - trabalho ou trabalho - casa (sim, um excitex que só visto). Escrevo para os meus blogues e *cenas assim* quando consigo (leia-se raramente). Conheço pessoalmente uns poucos dos bloggers que leio e só um pouco da vida de outros tantos. E faz-me uma confusão danada (mas mesmo a sério, isso não é ironia) que as pessoas que têm empregos tradicionais (ou seja, não vivem do blog nem são empresárias ou freelancers) consigam escrever tanto durante o dia de trabalho. Ah e tal, o agendamento de posts. Pois, só que não. As fotos no instagram com os locais de trabalho, por exemplo, denunciam a verdade. Sou só eu que no trabalho tenho mesmo mais que fazer?

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por Ventania às 19:03

Sexta-feira, 06.03.15

...

Mais perto dos 40 do que dos 30 e com acne juvenil...

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por Ventania às 08:15

Terça-feira, 03.03.15

Porque é que, generalizadamente:

se aceita que há pessoas que têm dentes maus, por muito que os cuidem e visitem o dentista, simplesmente por motivos hereditários (e é verdade, a genética é uma bitch) ou uma qualquer doença;

se aceita que há pessoas que têm o cabelo fraquinho e sem brilho, por muito que invistam em produtos e cabeleireiros bons, simplesmente por motivos hereditários ou uma qualquer doença;

se aceita que há pessoas que têm os ossos fracos, por muito boa alimentação que tenham e suplementos de cálcio e vitaminas que tomem, simplesmente por motivos hereditários ou uma qualquer doença;

todos os gordos são, preconceituosamente, tidos como comilões vorazes, gulosos e preguiçosos?

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por Ventania às 18:49

Segunda-feira, 02.03.15

As mini-férias acabaram.

E tudo continua a fazer muito, cada vez mais, sentido. A serenidade doce de dormir de mãos dadas com alguém em casa ou no fim do mundo é insuperável. ❤

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por Ventania às 19:21

Sábado, 28.02.15

Post inteligente da semana

Mámen, you rule.

 

Sou feminista ou eu nunca entraria num lugar vedado a mulheres

 
A história é simples: uns hipsters lumberssexuais e essas coisas todas que estão na moda decidiram recriar um conceito holandês e fazer uma barbearia ao género clube da Bolinha, esperando que as Luluzinhas da capital do império fossem Luluzinhas e que acatassem o sinal de "menina não entra". Isto até pode funcionar na banda desenhada ou em Amesterdão depois de se fumar umas brocas.
O problemas dos hipsters lumberssexuais foi o de não tentarem prever, no seu brilhante plano de negócio, em que sociedade iriam fazer aterrar a nave espacial. E esquecerem-se que uma sociedade é feita de referências, história e caminho percorrido no alcance de direitos que, depois de ganhos, passam a ser irrevogáveis e ai de quaisquer putos hipsters lumberssexuais que venham colocar isso em causa.
A minha avó chamava o meu avô de senhor. Senhor Manuel. Em ocasiões mais íntimas de "senhor meu marido". Pedia a benção ao seu pai. Precisava de autorização primeiro de um e depois de outro para casar, sair do país e, mais tarde, votar. Casou por procuração em Portugal, com o pai a representar o marido, lá longe em Angola. Não trabalhava fora de casa. Não foi, durante muitos anos da sua vida cidadã de plenos direitos.
Como a minha avó tantas outras mulheres. As que não conseguiram ter voz para reclamar e as que lutaram pelos direitos à cidadania plena. Há cinquenta anos (apenas meio-século) as mulheres começaram a ter oportunidade de mostrar que eram capazes, por vezes, por força das circunstâncias  (emigração, guerra colonial que afastava os homens activos do país e as deixava entregues à sua própria sorte) outras por lucidez e consciência de que tinham que reclamar bem alto a igualdade entre homens e mulheres em termos de direitos e deveres de cidadania. 
Foi um processo duro e um caminho percorrido a suor, lágrimas e sangue o das mulheres portuguesas. Conquistaram o acesso a trabalhos anteriormente vedados a mulheres, a vestir calças, a estudar nas escolas, liceus, universidades, a fumar, a ter cabelo curto, "a fazer filhos por gosto". A decidir. Sobretudo, a serem donas das suas opiniões e a decidirem. 
Custou muito. Houve mortes e feridos no caminho e ainda não se chegou à meta da igualdade. Não há muitas mulheres a sentarem-se à mesa do Conselho de Ministros, dos conselhos de administração das grandes empresas, das direcções dos sindicatos, à frente das autarquias ou de fundações. A ganharem o mesmo que os seus colegas em funções análogas. 
Continua a ser imediato pensar-se em mulheres quando se ouve a expressão "vítimas de violência doméstica" ou "prostituição de rua". As mulheres continuam a morrer nas mãos de maridos, companheiros, pouco (e)namorados. 
Talvez os rapazes hipsters lumberssexuais não tenham tido uma avó que chamasse o marido por senhor. Por isso acharam vintage cool retro coiso adaptar o conceito em Portugal. Não me preocupo muito com o negócio que não irá resistir por falta de clientela: é que entre turistas e misóginos num instante se esgotará a clientela. 
Porque os homens, os homens feministas, aqueles que acreditam que as mulheres têm, efectivamente, igualdade no direito a usufruir dos mesmos direitos e deveres, sem excepção, esses não quererão entrar num lugar vedado às suas semelhantes. Com sinal à porta,  Porque somos parte do mesmo endo-grupo: o dos cidadãos de pleno direito. Pessoas. Gente. 
Sobrarão os "trolhas" que acham graça ao conceito. Mas nem aí se devem safar. Estou certo que cortam o cabelo a 5€ lá no baeta do bairro...

 

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por Ventania às 18:00

Segunda-feira, 23.02.15

Dias de começos são dias bons.

Sobretudo se os começos são de algo que nos é particularmente querido. Para mim, hoje é dia de começar a dobrar. Por um lado, iniciou-se hoje um curso sobre algo que adoro e assim que vi que ia existir dei, mesmo de verdade, pulos de felicidade. O meu Homem, que é o mais amoroso de todos os homens, ofereceu-me a inscrição. E melhor ainda do que aprender, que é das sensações mais prazeirosas que se pode ter, é tirar uns dias para conhecer o mundo, deambular por aí: viajar é mesmo o que mais gosto de fazer, faça sol ou chuva (como parece que vai ser o caso). Portanto, hoje (às 18:00 em ponto, que saí do escritório tipo flecha) também começaram as primeiras mini-férias do ano.

Vou fazer as malas, yupiiii!

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por Ventania às 20:10

Segunda-feira, 23.02.15

Mas falando de óscares...

Não vi todos os filmes nomeados, mas fiquei muito contente com a vitória do Birdman. Adoro filmes inesperados e verdadeiramente artísticos. Também gostei imenso do Whistler, o Óscar de melhor actor secundário só podia ser do J.K. Simmons, absolutamente fenomenal. Tentei 4 vezes ver o Grand Budapest Hotel e não consegui terminar. Que tédio, senhores (as tentativas foram todas em voos intercontinentais, mas creio que não deve ter sido esse o mal)! Não me posso pronunciar sobre mais nenhum. Mas posso recomendar que vejam, se ainda não o fizeram, o belíssimo filme do Jon Stewart, Rosewater. E parem para admirar a fotografia, sublime.

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por Ventania às 08:57

Segunda-feira, 23.02.15

...

O ponto alto do meu fim-de-semana não foi ver os óscares em directo (isso é para quem não tem de acordar às 6:09 para ir trabalhar, ou para quem não desfalece de sono por volta das 22:30 no sofá - I blame it on my thyroid). Não. Foi ir ao Martim Moniz depois de almoçar no Grande Palácio de Hong Kong, comprar uma série de goodies no supermercado Chen e assistir a um bocado dos festejos do ano novo chinês.

Kung Hei Fat Choi!

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por Ventania às 08:41

Sexta-feira, 20.02.15

A incompetência

tira-me do sério! Sobretudo quando é muito bem mascarada com uma postura sobranceira de quem detém a totalidade da sabedoria e experiência e perfeccionismo e atenção ao detalhe.

Azar dos azares, quando as tarefas dessas personagens caem em mãos alheias, caem também os mitos. E ficam os nós para desembrulhar e as correcções para fazer.

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por Ventania às 12:38

Quinta-feira, 19.02.15

Já os fenómenos Paulo Coelho ou Margarida Rebelo Pinto...

Esses tenho uma grande dificuldade em compreender, quanto mais explicar.

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por Ventania às 08:36

Quinta-feira, 19.02.15

Ia falar sobre o fenómeno "50 sombras de Grey"

Mas a Catarina disse antes tudo o que eu queria dizer: http://diasdeumaprincesa.clix.pt/2015/02/porque-e-que-o-livro-50-sombras-de-grey.html

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por Ventania às 08:33

Segunda-feira, 16.02.15

Ninguém merece

Trabalhar sem acesso à rede e sem aquecimento.

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por Ventania às 11:31

Sábado, 07.02.15

Inverno

Está frio cá dentro de mim. Os pássaros recolhem, as flores caíram, o branco toma conta do tempo. Do ontem, do amanhã e depois. Doem os ossos encolhidos, a pele áspera arde. A geada. Está escuro neste inverno de mim. Ainda cheira a lenha queimada, as brasas abandonadas persistem na memória e queimam...

 

Janeiro 2012

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por Ventania às 19:20

Quarta-feira, 04.02.15

Auto-destruição

É tão mais fácil e imediato criticar, apontar falhas e imperfeições, sobretudo quando o alvo das críticas não está presente, ou está mesmo ali em frente no espelho, do que elogiar o bom trabalho, valorizar, dar os parabéns por uma boa prestação.

As pessoas estão mal habituadas (ou será habituadas ao mal?) e pouco se faz para quebrar o ciclo. E quando se faz, qual é a reacção? Lado A) Um quase comovente, de tão eufórico, agradecimento, por ser a primeira vez que se recebe um elogio ao francamente bom trabalho. Lado B) absoluto silêncio. 

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por Ventania às 21:59

Terça-feira, 03.02.15

O que se passou desde 2012?

Deixei de fazer fretes, estou mais respeitadora do meu tempo (que escasseia) e da minha energia. Estou mais feliz com a vida e comigo. De resto, não houve mudanças particularmente estruturantes. Continuo um bicho-do-mato e tão introvertida as can be. Ainda tenho esta mania de misturar línguas diferentes na mesma frase. Não tenho filhos, não tenho bichos, não tenho carro nem bicicleta. E horror a corridas e maratonas que tais. Gosto de alguns blogues (são poucos) mas acho que a blogosfera perdeu qualidades nos últimos tempos. Não sou melhor (nem pior) do que ninguém, mas ainda sou arrogante muitas vezes. Continuo a ser preconceituosa económica e politicamente. Não faço o que mais gostava de fazer, mas até gosto do meu trabalho (já não é o mesmo de há dois anos e picos). Sou, desde sempre, e cada vez com mais afinco, de paixões (ou serão amores?) tão distintas como cravadas na minha identidade. Não tenho uma vida perfeita e cor-de-rosa nem sou sempre estupidamente feliz. Não sou a pessoa tolerante e calma que gostava de ser, mas tenho melhorado alguma coisa. Não tenho metade da saúde que merecia ter, mas aprendi a viver com as minhas limitações e quase nunca me queixo. Já sofri horrores (horrores!) por desamor e ainda me lembro, mas estou a aprender a ser amada por quem merece o meu amor. Ainda gosto de aventuras e de manhãs e de mudanças e de comboios e de aviões. Não gosto de ricos (o tal preconceito) mas adorava ser rica só para fazer alguma justiça e ocupar o meu tempo quando e onde me apetecesse, só com as coisas que me fazem feliz. O que me faz feliz é viajar, aprender, fotografar e sorrir. E escrever, às vezes. Ainda.

 

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por Ventania às 21:48

Segunda-feira, 02.02.15

True Story

Alguém: Este ano não é ano bissexto, pois não?

Cabecinha pensadora: Não, o ano passado é que foi. E o ano antes também.

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por Ventania às 22:19


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