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Ventania

In two days tomorrow will be yesterday.



Quarta-feira, 28.01.09

Desculpa!

 


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por Ventania às 21:40

Terça-feira, 27.01.09

about fighting, not ever giving up on being happy, and accepting defeat... {ABBA}


Having said this so many times, I didn't got to say it once more:




"Take A Chance On Me"




If you change your mind, I'm the first in line

Honey I'm still free

Take a chance on me

If you need me, let me know, gonna be around

If you've got no place to go, if you're feeling down

If you're all alone when the pretty birds have flown

Honey I'm still free

Take a chance on me

Gonna do my very best and it ain't no lie

If you put me to the test, if you let me try



Take a chance on me

(That's all I ask of you honey)

Take a chance on me



We can go dancing, we can go walking, as long as we're together

Listen to some music, maybe just talking, get to know you better

'Cos you know I've got

So much that I wanna do, when I dream I'm alone with you

It's magic

You want me to leave it there, afraid of a love affair

But I think you know

That I can't let go



If you change your mind, I'm the first in line

Honey I'm still free

Take a chance on me

If you need me, let me know, gonna be around

If you've got no place to go, if you're feeling down

If you're all alone when the pretty birds have flown

Honey I'm still free

Take a chance on me

Gonna do my very best and it ain't no lie

If you put me to the test, if you let me try



Take a chance on me

(Come on, give me a break will you?)

Take a chance on me

Oh you can take your time baby, I'm in no hurry, know I'm gonna get you


You don't wanna hurt me, baby don't worry, I ain't gonna let you

Let me tell you now

My love is strong enough to last when things are rough

It's magic


You say that I waste my time but I can't get you off my mind

No I can't let go

'Cos I love you so



If you change your mind, I'm the first in line

Honey I'm still free

Take a chance on me

If you need me, let me know, gonna be around

If you've got no place to go, if you're feeling down

If you're all alone when the pretty birds have flown

Honey I'm still free

Take a chance on me

Gonna do my very best, baby can't you see

Gotta put me to the test, take a chance on me

(Take a chance, take a chance, take a chance on me)



Ba ba ba ba baa, ba ba ba ba baa

Honey I'm still free

Take a chance on me

Gonna do my very best, baby can't you see

Gotta put me to the test, take a chance on me

(Take a chance, take a chance, take a chance on me)



Ba ba ba ba baa, ba ba ba ba baa ba-ba

Honey I'm still free

Take a chance on me





 




 


And that’s how the story goes:


 


"The Winner Takes it All"


 


I don't wanna talk


About the things we've gone through

Though it's hurting me

Now it's history

I've played all my cards

And that's what you've done too

Nothing more to say

No more ace to play




The winner takes it all

The loser standing small

Beside the victory

That's her destiny



I was in your arms

Thinking I belonged there

I figured it made sense

Building me a fence

Building me a home

Thinking I'd be strong there

But I was a fool

Playing by the rules




The gods may throw a dice

Their minds as cold as ice

And someone way down here

Loses someone dear

The winner takes it all

The loser has to fall

It's simple and it's plain

Why should I complain.



But tell me does she kiss

Like I used to kiss you? 

Does it feel the same

When she calls your name? 


Somewhere deep inside

You must know I miss you


But what can I say

Rules must be obeyed



The judges will decide

The likes of me abide

Spectators of the show

Always staying low

The game is on again

A lover or a friend

A big thing or a small

The winner takes it all



I don't wanna talk

If it makes you feel sad

And I understand

You've come to shake my hand

I apologize

If it makes you feel bad

Seeing me so tense

No self-confidence

But you see

The winner takes it all

The winner takes it all...


 


 


 


P.S. Infelizmente, eu tenho sempre razão e o meu instinto nunca me engana...

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por Ventania às 18:34

Segunda-feira, 26.01.09

Sopa de letras

Todos os meus amigos me dão bons conselhos. Em última análise, todos me dão o mesmo conselho… Se não os sigo não é por não saber que são bons, os melhores, ponderados e que vêm de quem me conhece e me quer bem. Tenho dificuldade em perceber o que é que realmente quero e como fazer as coisas da melhor maneira, sem me magoar e sem magoar mais ninguém.





A C., que me conhece profundamente e que me adivinha, que esteve lá todos os dias, incessantemente, a amparar cada grito mudo, compreende que o P. me abalou o sistema como nenhum outro homem o poderia alguma vez fazer, compreende que vai ainda muito além da personificação de todos os ideais (até o F. sabia disso). Sabe que as cicatrizes não saram nunca e teme que a minha vida seja pautada por este sentimento, tão avassalador que não se sabe como gerir, que transvasa e perde dimensão nas definições meramente verbais. Compreende que provavelmente poderia gostar tanto do P.C. como gostei do F., a lifetime ago, com todos os significados que isto acarreta. As diferenças são o que entretanto aprendi e cresci, os erros que não voltarei a cometer, são os sonhos que sonhei e os sentimentos que descobri.


O G. é fã do P.C. por todas as razões óbvias: o tipo é perfeito, charmoso, romântico, tem encantos que não acabam e uma rara e apetecível doçura; o G. sente as coisas da mesma maneira que eu e verbaliza até os pensamentos que eu faço por ignorar. E acredita desde o primeiro momento que existe aqui um romance por escrever (ou talvez seja uma canção), apesar de entender que o P., ele próprio, com aquele mau génio e aparente frieza, me fascina simplesmente por ser ele.


A L. sabe que a indefinição de sentimentos é lixada e que as relações não dependem apenas de sentimentos, mas de timings, de memórias, de circunstâncias… Sempre terra-a-terra, chama-me à realidade quando já deixei a imaginação levar-se por um papagaio de papel, com uma pergunta desarma-me e coloca em causa as minhas próprias certezas.


A S. sabe que as paixões nos fazem perder o norte e confia que eu tenha alguma lucidez para não repetir os erros que critico. É o exemplo real de que, quando menos se espera, a bússola emocional toma juízo e os olhos abrem-se para ver o que sempre foi óbvio.


A R. ainda não se inteirou da profundidade da estória, não compreende as atitudes de nenhum dos dois, mas confia no final cor-de-rosa-algodão-doce, com toda a sua candura e justa indignação. Já o M. disponibilizou a sua rede de contactos para arranjar um outro protagonista para este enredo, provavelmente a solução mais simples, fora a vida uma equação.


O C. temeu quando lhe contei o que ia fazer; quando percebeu que não estava a brincar (levo os meus sonhos muito a sério) profetizou uma mudança que afinal foi temporária. Não tem conselho para mim, por se ver reflectido no P. Curiosamente, são diametralmente opostos um do outro em tudo o resto, menos no estoicismo quixotesco que o resto do mundo sabe ser um cómodo escudo para as dores que se arrastam.


A L.C. confirma que há pessoas cuja mera presença nos é nefasta, que o único caminho é em frente; e também sabe que há pessoas que não nos permitem continuar por esse caminho, porque nos amarram para sempre. Será que é o impossível que nos atrai, pelo desafio, pelo lado poético do drama?


A M.B. conhece-me há poucos meses, mas o suficiente para me adivinhar as angústias e diagnosticar que o P. é apenas um tonto a perder tempo, dele e nosso. E tem toda a razão. Não quero seguir estes passos, o meu tempo é demasiado precioso, cada minuto que perco nos lamentos é um minuto a menos da minha rota.


A M. disse-me há dias que sempre achou que o F. não tinha nada a ver comigo. E não tinha mesmo, mas talvez fosse parte do encanto; os opostos (des)equilibram-se? Uma coisa é certa: libertei-me dum fardo de condicionalismos que nunca podiam ser para mim.


A M.M. conhece o P. melhor que eu e bem melhor que a mim. Vê-se arrastada para tumultos emocionais quando só quer estar sossegada e achar a sua felicidade, onde não sabe mas sabe que será longe do P. Acha que devo, mais uma vez, tentar uma abordagem que o obrigue a escutar e a encontrar uma racionalidade no irracional que é gostar de alguém assim, como eu gosto dele. Aconselha-me o mesmo que eu aconselho ao outro vértice do triângulo.


A T. detesta ambos (um por motivos pessoais e o outro porque me faz sofrer). Já sofreu as mesmas dores, lamenta um percurso triste, e congratula-se do momento em que o céu ficou mais claro e a chuva parou.


A C. acha que a chave para conquistar um homem é maltratá-lo, seduzi-lo e ocultar o lado lunar. Por mais que me sinta tentada a atestar que esta teoria resulta, não me consigo colocar nesse papel. Não sei ser quem devo, só sei ser quem sou. E perco tanto por isso…


A F. em poucas frases resume ‘what it’s all about’: o que queremos é ser amadas e só devemos fazer o que achamos que nos faz felizes. Ambas sabemos o que é perder o chão dum dia para outro, sem indícios nem razões. E ambas sabemos que há males que vêm por bem.


 


E eu? O que é que eu acho?... Vou ver se me acho e depois conto.


 

(O elenco é vasto? Eu já tinha avisado que a minha vida dava um filme indiano…)

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por Ventania às 10:23

Domingo, 25.01.09

Identidade

Acredito que as pessoas, na sua essência, não mudam. Querendo, podem limar-se arestas aqui ou ali, acontece a maturidade e as escolhas que se fazem, mas nos alicerces que nos fazem ser quem somos não há volta a dar-lhe. Estes alicerces manifestam-se cedo, fruto do que vamos conseguindo colher do que nos rodeia, aprendizagens, exemplos, fruto das heranças que carregamos, do contexto em que somos despejados. Ser quem somos, como um fardo indissociável da identidade. Nem sempre fácil, mas dos poucos incontornáveis da vivência, mais que da vida, de cada um, por muito que se tente fugir da própria sombra.

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por Ventania às 20:42

Domingo, 25.01.09

why?

P.C.*, devias estar acordado a esta hora. É que quando estou a falar contigo as nódoas negras sentimentais esquecem-se de existir.


 


*P.C. stands for Prince Charming.

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por Ventania às 02:10

Quinta-feira, 22.01.09

E hoje,

não foi um, foram muitos sorrisos.  Mas sim, continuo a achar que são perigosos.


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por Ventania às 20:15

Terça-feira, 20.01.09

Dá-lhes música...

Estou indignada com o descaradíssimo plágio da Lucy ao slogan de campanha de Barack Obama. Populismo internacional? Oh meuzz amigozzz...

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por Ventania às 22:36

Segunda-feira, 19.01.09

Hoje,

um sorriso perigoso, que começou aí desse lado. Perigoso porque não sei onde vai acabar.


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por Ventania às 21:24

Sábado, 17.01.09

I could lift the lid on your box...


and let some light in.

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por Ventania às 21:24

Sexta-feira, 16.01.09

Não É Fácil - Marisa Monte

 



Não é fácil, não pensar em você


Não é fácil, é estranho

Não te contar meus planos, não te encontrar

Todo o dia de manhã enquanto eu tomo o meu café amargo

é, ainda boto fé de um dia te ter ao meu lado

Na verdade, eu preciso aprender

Não é fácil, não é fácil



Onde você anda, onde está você?

Toda a vez que eu saio me preparo para talvez te ver

Na verdade eu preciso esquecer

Não é fácil, não é fácil



Todo o dia de manhã enquanto eu tomo o meu café amargo

é, ainda boto fé de um dia te ter ao meu lado

o que eu faço? O que eu posso fazer?

Não é fácil, não é fácil



Se você quisesse ia ser tão legal

Acho que eu seria mais feliz do que qualquer mortal

Na verdade não consigo esquecer

Não é fácil, é estranho

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por Ventania às 22:11

Quarta-feira, 14.01.09

Sei que não devia, mas...

Procuro o sentimento que quero destilar, para o entender, acatá-lo com respeito ou lutar contra ele, conforme as curvas da razão me ditem ou permita a voz do outro, do malfadado coração. Abro gavetas, entorno frascos escondidos nas poeirentas prateleiras da memória. Encontro instantes há muito calados, novelos de teias enredadas em mim, mas não te acho a ti. Não sei dar-te nome, idiota sentimento que persiste, como uma sombra… Sempre presente, sem grande definição, sem contornos. Ainda que sob o Sol do meio-dia, sei-te aí à espreita, dona de mim. Não te odeio nem desejo libertar-me. Gosto de ti. E sabes que o grande busílis é esse. Apesar de não quereres, de ninguém querer (alegra-te saber que ninguém quer?), só eu, gosto de ti. E mais não consigo dizer. Não é inédita a Paixão, essa tonta que me agarra pela cintura e me leva pela mão até ao fim do mundo. Essa também por cá anda, paixão por ti, paixão por ele também (é verdade, dei por mim a palpitar de emoções por ele, disse-te?). Mas não anda só, a Paixão. Vem carregada e espessa, essa assombrosa sombra, de sentimento sem nome e que obriguei a calar, que talvez seja apenas uma estrondosa certeza de saber que és ideal para mim, como eu para ti, e que juntos fomos um só. Fomos, naquela outra existência que desapareceria, não fossem as evidências fotográficas a que nos escusamos. Não tenho como negar; quero-te bem. E mais do que a ti, quero-me bem a mim. E bem, fico eu quando te tenho enlaçado em mim. Eu, sou Eu quando me beijas e ris e cantas e o nosso olhar se encanta de estrelas e de Lua. Como já disse: Gosto de Ti.

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por Ventania às 15:15

Terça-feira, 13.01.09

Como chamas àquele dia:



- em que olhas para o espelho e não reconheces quem vês?


- em que recordas quando pensavas ter tudo e percebes que tudo na vida é efémero?


- em que chegas à conclusão que aquele dia em que te faltou o chão era inevitável e foi um dos mais libertadores de sempre?


- em que recordar aquele primeiro beijo no comboio te leva às lágrimas?


- em que davas quase tudo para voltar 3 meses para trás no tempo?


- em que sentes que a tua saúde mental já teve melhores, mas também piores, dias?


- que devia ter sido o mais feliz da tua vida e sentiste apenas solidão?


- em que tiveste incontroláveis ataques de riso?


- em que percebes que a tua dor é idêntica à dor que criticas?


- em que sabes que a vida não é aqui mas daqui não arredas pé?


- em que as boas notícias foram más e as más notícias foram boas?


- em que olhaste nos olhos dum amigo e a dor da saudade se antecipou?


- em que te apeteceu acender o rastilho antes de sacudir a pólvora das mãos?


- em que o frio que sentes vem de dentro para fora?


 




Eu chamo-lhe ‘qualquer dia desta semana’. Ou TPM deslocada.



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por Ventania às 21:42

Segunda-feira, 12.01.09

Sobre Cabras

Gosto de ser mulher, disso que ninguém duvide. Mas há características que são comuns à maior parte das mulheres que me desgostam profundamente com este nosso género. Algumas chegam a incomodar-me a níveis viscerais. Deixarei as restantes para outras ocasiões, falarei hoje apenas duma característica que é, tristemente, frequente nas fêmeas e que tenho por certo que em nada contribui para que o mundo seja mais sereno. Possivelmente existirão tantos homens como mulheres com este peculiar jeito de estar, mas destes últimos não conheço um, do universo de seres humanos cuja essência eu possa afirmar que conheça minimamente.


A que se deve tão comichoso incómodo? Pois bem, deve-se ao facto de as prateleiras não servirem para armazenar pessoas. Estas mulheres de que vos falo, tendo ou não problemas de auto-estima, guardam os homens em prateleiras. Explico: eles acham-lhes piada (numa escala que se estende do achar a miúda engraçadita até à obsessão doentia pela criatura), mas elas não estão para aí viradas (numa escala que se estende do ter namorado ou companhia que tal até ao “sou demasiado erudita e especial para ter tempo para homens”); Eles fazem investidas, o melhor que sabem e podem, e elas fazem-se desinteressadas, pouco impressionadas, mostram-se pouco disponíveis, mas sem nunca fechar a porta. Deixam sempre uma gretinha de possibilidade aberta, noutro tempo, noutro espaço. Empertigadas, apregoam aos sete ventos que o tipo é um chato, que não as deixa em paz, que passa a vida a fazer insinuações; mas elas vão piscando um olho à oportunidade e até aceitam os convites. Hoje um cinema, para a semana um concerto, noutro dia um passeio perto do mar. Não os querem todos os dias, não os querem de todo, mas recorrem a estes tristes voluntários quando precisam duma boleia para o shopping, quando lhes apetece ir ver aquele filme e lhes falta a companhia, quando os sacos do supermercado são pesados demais, quando faz falta que alguém resolva aquele problema nos canos lá de casa. Pior, recorrem a estes tristes voluntários quando o ego está em baixo, quando o outro de quem realmente gostam lhes deu uma tampa, ou simplesmente para se recordarem que são giras ou boas ou que lá terão qualquer coisa que faz os incautos seres movidos a testosterona suspirar por elas.


Ora para um rapaz perceber que esta miúda não está interessada o que será necessário, pergunta ela às amigas, um sinal luminoso? Não, respondo eu, basta agir de acordo com o discurso apregoado. Basta dizer não quando não se está interessada.


Não se trata de gostar e até ter uma certa vaidade em ser-se desejada ou amada ou querida - que disso todos gostamos, certo? É fazer sobrepor ao bem-estar de outra pessoa este seu craving da atenção da mesma, polimento do ego. Que tal guardar nas prateleiras uma consciência limpa, uma honestidade na gestão de sentimentos, uma transparência nos actos, em vez de rapazolas com falta de horizontes e excesso de tempo para dar, ordenados por ordem alfabética e com os joelhos pacientemente dobrados? E não o digo sem o tom reprovador: “rapazolas” sim, que se fossem Homens abriam a pestana e jamais se prestariam a tais papéis.


Mau feitio assumido, com achas de sobra para alimentar esta sempre ardente fogueira, deixo o conselho para estas minhas congéneres: deixai de ser cabras, deixai.

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por Ventania às 19:15

Domingo, 11.01.09

You're the missing piece

There's a missing piece in my life, an empty space in my chest. It cannot be filled with my tears or with laughters from anyone but you.


Not knowing how to say I love you, I can only say I still miss you.


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por Ventania às 19:18

Quarta-feira, 07.01.09

O meu número favorito é o

 





Os 7 mares;


Os 7 pecados capitais;


As 7 maravilhas do Mundo;


As 7 cores do arco-íris;


Os 7 chakras;


As 7 glândulas endócrinas;


O dia em que pensei que tinha encontrado A Felicidade...


O 7º céu;


Branca de Neve e os 7 anões;


O mês em que nasceram 45% dos meus Amigos;


Os 7 dias da Criação (ahahahah);


O pH neutro;


As 7 notas musicais;


As 7 vidas dos gatos;


O agente 007;


O andar em que trabalho;


O número da minha porta;


O dia em que o número da minha porta deixa, oficialmente, de ser o 7!


 yupiiiiiii!





E se mais razões fossem necessárias: aqui. Ou aqui.

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por Ventania às 07:07

Terça-feira, 06.01.09

Auto-retrato

 


Dramáticos e roxos, os pés não mexem. Enterrei-os fundo, sob vários centímetros de neve, que me tolhem a sensibilidade das barrigas das pernas. Os joelhos, engelhados, parecem os dum elefante morto, deixado ao abandono das suas perpétuas memórias. Os braços abertos, palmas das mãos viradas para fora como se dum crucificado se tratasse, presas por correias de angústia à pobreza nua duma cruz sem traves nem pregos nem madeira nem cor. Os cabelos, uma bandeira, sem pátria nem conquistas, apenas a dançar revoltos com a geada. Cobre-me desde os seios até meio das coxas uma velha e rota casca de sobreiro, cortiça mortiça, enrugada, carcaça duma vida outrora suculenta e audaz. Oca, lambida por húmidas putrefacções, oculta reflexos de si própria no vazio instalado. No rosto apenas traços muito grossos: dois cerrados no local onde deviam brilhar os olhos, mortos e abandonados faróis enferrujados de mares imensos, salgados e que escorrem para dentro; outro, mero agrafe do sorriso, para sempre toldado, impedido mesmo de dar espaço a cantos chorados, uivos de solidão.

Assim sou eu, hoje, sem vontade de avançar ou de recuar, sustendo-me do ar e da força que me mantém, firme, de pé, contra tudo e todos. Que posso achar-me vazia, oca, num absurdo desespero, sem apoio de nenhum dos pontos cardeais; Posso ter perdido a razão, a emoção, o abraço que me embalou ou o beijo que me amou; Mas não deixarei de Ser, sombra talvez do que fui, mas cá estou, de pé, como os bravos. A rendição é inequacionável. Hoje, sobreviver, com os sangues que ainda correm; Para nunca deixar de Ser e amanhã, talvez, Voar.

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por Ventania às 14:04

Segunda-feira, 05.01.09

Somehow

you got me thinking of you...



 

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por Ventania às 13:12

Quinta-feira, 01.01.09

Astrologia

Não me perguntem se acredito na astrologia… Não sei responder com objectividade. Acredito, porque é um facto cientificamente comprovado, que os astros têm uma influência sobre os organismos vivos e sobre fenómenos físicos do planeta em que habitamos. E a partir daí, até onde se estenderá essa influência?... Ninguém sabe. Acredito porém que o pragmático ser humano tem uma tendência grande a rejeitar tudo o que não consegue explicar. E considero que seja uma tremenda arrogância de nossa parte achar que já desvendámos tudo o que havia por desvendar, sem guardar uma espaçosa margem para o desconhecido. Provavelmente o desconhecido ocupará mesmo dimensões de grandeza nada marginal mas antes avassaladoramente mais profundas que o que racionalmente conseguimos entender.


Posto isto, é com algum cepticismo e grande abertura de espírito que vou passando os olhos por previsões astrológicas. Hoje li mais uma daquelas que me surpreendem com o pensamento “podia ter sido escrito só para mim”. Deixo o excerto da Vera Xavier, retirado da secção astral do sapo:


 




“Na superfície do azul brilhante do céu, tentando a custo manter as asas numa dolorosa curva, Fernão Capelo Gaivota levanta o bico a trinta metros de altura. E voa. Voar é muito importante, tão ou mais importante que viver, que comer, pelo menos para Fernão, uma gaivota que pensa e sente o sabor do infinito. E verdade, que é raro pensar diferentemente do resto do bando, passar dias inteiros só voando, só aprendendo a voar, longe do comum dos mortais, estes que se contentam com o que são, na pobreza das limitações. Fernão é diferente, evoluir é necessário, a vida é o desconhecido e o incognoscível. Afinal uma gaivota que se preze tem de sentir o brilho das estrelas, dissecar de perto o paraíso, respirar ares mais leves e mais afáveis. Viver é conquistar, não limitar o ilimitável. Haverá sempre o que aprender. Sempre.



Olhar de frente, alcançar a perfeição, gostar muito, muitíssimo, do que se faz, eis o segredo de Fernão Capelo Gaivota. 



Lá porque existem gaivotas que não pensam os mesmos pensamentos, que não discorrem o mesmo raciocínio, não é problema para Fernão. Mesmo sendo apenas um num milhão, mesmo tendo de percorrer um caminho quase infinito, Fernão sabe que na vida há algo mais do que comer, ter status, ser amado ou criticado: viver é lutar. Uma, cem, mil vidas, dez mil! Até chegar à perfeição, à vitória da eterna aprendizagem, porque nenhum número é limite. 

A ninguém é permitido deixar de aprender e querer mais!



Passa o tempo, passam os lugares, passam ou não passam os semelhantes, Fernão Capelo Gaivota vai em frente, voa, aprende, treina, paira sobre o comum do comum viver. O destino é o infinito, o caminho é lá nas alturas! Tudo espontâneo, natural, pois quem se ilumina cumpre a missão da luz, que vale para si e para todas as criaturas. A grande maravilha do amor é o seu profundo contágio. O que vale para Fernão valerá para todas as gaivotas. 



O sentimento é o santuário e a sua paz reflecte e flúi incessante. A fé testemunhada no esforço evolutivo é a bênção de dádivas de amor. Ela aclara e edifica e melhorando-se, melhora os que lhe percebem a trajectória.

Neste ano novo vamos voar! Voar bem alto, mesmo que o céu esteja repleto de abutres, vamos voar?”


 


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por Ventania às 19:41

Quinta-feira, 01.01.09

Novo Ano Novo

Em 2009 quero quase tudo novo 





Uma casa nova 


Um emprego novo


Um 2º emprego novo


Um namorado novo 


Um grau académico novo


Um Vários carimbos novos no passaporte


Saúde renovada para quem dela precisa


Os Amigos de sempre





(sem nenhuma ordem de prioridades ou cronológica)


 


Prometo que vou anunciando aqui à medida que for acontecendo, ou pelo menos deixando mensagens subliminares (nhahahaaaaaaaaaaah!).


 


    FELIZ ANO NOVO    


 


 




 

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por Ventania às 00:01

Quinta-feira, 01.01.09

Another Year - K's Choice

 



I wish you could adore


The way you did before

Now you're living through another year

Oh, the light you were

Will soon become a blur

As you're living through another year

Oh, what a waste of time it is

To indulge inside of bliss

Getting ready for another year like this

Another year to lie

Another year goes by

You're not sick, so you can't heal

But I wonder do you feel

The need to cry: 'I'm out of here'

Oh, your goal is safe

But is it all you crave

As you're living through another year

Oh, what a waste of time it is

To indulge inside of bliss

Getting ready for another year like this

Another year to lie

Another year goes by

Is it me who cannot see

The face of mediocrity

I try to smile you see

Your lightness darkens me

Filter all of your emotions.

Fake you're never low

Or face the one you fear

You're living through another year

Another year to lie

Another year goes by 

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por Ventania às 00:00


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