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Ventania

In two days tomorrow will be yesterday.



Domingo, 28.02.10

procuro

 

Tenho saído ao encontro de mim. Tenho percorrido as ruas da cidade à procura da pessoa optimista, cheia de garra e de sonhos, que fui, que sou ainda por baixo deste manto de saudade e frustração que me prende os movimentos e abafa o ar. Procuro nos reflexos dos carros parados, nas riscas das passadeiras, no brilho das janelas ao Sol. Procuro a miúda de sorriso fácil e palavras suaves e doces, de gargalhada viva. Espreito em cada chafariz, nos barcos que navegam o Tejo, em cada pedra da calçada, nos cães vadios e nas pulgas deles. Olho nos olhos de quem por mim passa, inquiro se vislumbro uma pontinha d’alma. E nos bolsos também, já examinei todos os bolsos de todos os casacos. Procuro-me nas sombras das árvores, nas paredes grafitadas, nas chávenas de chá e nos jornais. Pesquiso em cada música do eclético iPod. Até já me lembrei de procurar lá em cima, no ar, entre as nuvens, onde pertence a minha natureza. Ah, e na espuma das ondas, e em cada gota de chuva.

Procuro-me a mim, ou então procuro-te a ti.

Não encontro nada.

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por Ventania às 19:44

Domingo, 28.02.10

Ventania no Facebook

Princesa Ventania

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por Ventania às 15:09

Quinta-feira, 25.02.10

...

"Como as pessoas podem ser uma caixinha de surpresas!..." disse-me ontem alguém com quem conversei 10 min. I get that a lot. Sempre a surpresa, tão raramente a surpreendida...


(closing my eyes and wishing...)

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por Ventania às 22:08

Quarta-feira, 24.02.10

...

 

Porquê, em cada foto, a vontade de me colar em beijos a ti? Esses olhos de amêndoas tristes que me gritam e me imploram que os devolva à vida, quando os lábios dizem não.


 

 

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por Ventania às 00:05

Terça-feira, 23.02.10

...

Pára tudo! No meio das nuvens autoritárias e espessas, Ventania viu uma luz, como se um relâmpago lhe acertasse na testa.

O que raio ando eu a fazer da minha vida? Que incapaz resignação é esta, que me deixa prostrada entre memórias de circunstâncias e sonhos ficcionados? Eu valho muito mais do que viver em suspenso, à espera de decisões que não se podem decidir. Pronto, encontrei um tipo que me virou a vida, coração, cabeça e entranhas do avesso. Amo-o, com certezas e convicções maiores que o Sol e a Lua. Ele não me ama. Ponto final. Pior, ele não me ama mas usou-me, magoou-me, mudou de ideias demasiadas vezes, recorreu a mim para mais do que podia ter ousado. Disse-me que não e de seguida chamou-me. E eu fui. Seguindo sempre um chamamento duma força maior que o raciocínio, que o instinto, que o desejo. Uma e outra vez a estória a repetir-se. Ele chamava, eu ia, ele repelia. E eu iria sempre, continuaria a ir, ciente dos riscos, a fazer equilibrismo sem rede num pedaço desfiado de esperança. Nunca acreditei que fosse só amizade. Tricotei-lhe desculpas, pretextos do passado, do presente. Mas nunca acreditei. Quem não ama, incerto que esteja, inseguro que seja, não envereda por caminhos sinuosos que desembocam em mágoas comuns. Os erros... Errar, todos erramos. Repetir os erros, tantas vezes, tem de ter uma contrapartida muito forte. Nunca foi uma simples amizade. É uma crença minha, uma fé. Mas eu sou mais racional e pouco atreita a convicções sem factos.

Não mereço sufocar num sofrimento contínuo por não o ter mais. Fizeram-me coisas feias, coisas injustas. Perdi um amigo, um dos melhores. Acusou-me de ser um entrave à felicidade dele. Mas ele não sabe nada... Tolo. Se só vê o que querem que veja, se não suspeita da enormidade deste último erro, realmente não sabe mais que as sombras. Tenho saudades dele, a cada dia, em crescendo. Ter saudades é sentir dor na ausência, é não me contentar com as memórias, é desejar nunca repetir, mas fazer mais, ir mais além. É querer enviar o coração para dentro do dele e ali render-me.

Já chega. Mereço mais do que isto. Ele pode ser o melhor do mundo (até agora), mas não me quer. E eu sou mais importante que ele, serei sempre. No centro da minha vida, EU. E sou maior do que ela, a que ele procura em todas, por razões que não merecem ser lembradas. E eu não tenho o direito de me negar à vida. Sou uma mulher inteira, resolvida, interessante, independente, inteligente, densa, cheia de ambições maiores do que o mundo. Não vou deixar a vida passar-me ao lado. As oportunidades. Não posso continuar a rejeitar cada olhar como se fosse uma maldição. Ele não me merece, neste momento, nem de empréstimo, e eu não sei dar-me sem ser completamente.

Se consigo viver sem ele (em oposição a sobreviver)? Claro que sim. Eu acredito, luto para acreditar. Se é já hoje? Claro que não. É que “sem ele” significa mais do que sem o amor dele. É sem ele, a pessoa extraordinária que ele é, o amigo maravilhoso que ele é, a pessoa espantosa que iluminou as minhas descrenças e me provou que os sonhos se tornam realidade. “Sem ele” significa que no lugar dele reside uma ausência que lamento profundamente, residem mágoas e ofensas, e reside a lembrança duma oportunidade falhada, negada. A impossibilidade de alcançar o impossível. Tenho de lamber as feridas, canalizar raiva, desgosto e pesar para o mesmo luto. Tenho de calar as fotografias, as palavras escritas e ditas, os olhares e cheiros e lugares. Tenho de pegar em cada um dos mil pedacinhos estilhaçados e começar a reconstrução. Tenho de afastar as tentações e resistir. Tenho de me fazer prometer.

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por Ventania às 22:50

Segunda-feira, 22.02.10

One is the loneliest number - Three Dog Night

 



One is the loneliest number that you'll ever do
Two can be as bad as one
It's the loneliest number since the number one

No is the saddest experience you'll ever know
Yes, it's the saddest experience you'll ever know
`Cause one is the loneliest number that you'll ever do
One is the loneliest number, worse than two

It's just no good anymore since she went away
Now I spend my time just making rhymes of yesterday


One is the loneliest, number one is the loneliest
Number one is the loneliest number that you'll ever do
One is the loneliest, one is the loneliest
One is the loneliest number that you'll ever do
It's just no good anymore since she went away
(Number) One is the loneliest
(Number) One is the loneliest
(Number) One is the loneliest number that you'll ever do
(Number) One is the loneliest
(Number) One is the loneliest
(Number) One is the loneliest number that you'll ever do

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por Ventania às 20:32

Segunda-feira, 22.02.10

a thought on a rainy day

 

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por Ventania às 17:53

Domingo, 21.02.10

Escrevem por mim

Porra, Eva, hoje estava a aguentar-me tão bem... Cheia de vontade de olhar em frente, as palavras conselheiras de quem só me quer bem ainda a ecoar na cabeça. A pensar que sou a pessoa mais optimista desta margem do Tejo e até que ponto o optimismo não será uma negação das realidades mais dolorosas.


E depois as tuas palavras, a tua estória, as mesmas mágoas que conheço demasiado bem e há demasiado tempo. Os meus conselhos, para ti, os teus, para mim. Raios de ciclos viciosos em que nos vemos à deriva.


Hoje não escrevo mais nada. Escreveste tu por mim.

 

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por Ventania às 22:31

Domingo, 21.02.10

poupança a prazo indefinido

Ando a poupar. Sou poupadinha por natureza, mas dei por mim a amealhar, a fazer um pezinho de meia. Ora são fotos, ora palavras, ora pensamentos esvoaçantes, todos guardados numa pastinha, a aguardar melhores dias, ou a ocasião em que os possa oferecer, celebrar, divulgar. Pois é, ando a poupar miminhos para quando o amor me raptar da realidade. E ele virá, eu sei que sim. E quando vier, vou esbanjar tudo o que tenho, que ele merece tudo assim duma vez, nada de contenções nem de prudências. Amar é tudo, é todo.

Ninguém faz ideia do quanto eu quero fazer aquela alma pular de alegria, de felicidade a rebentar pelos ouvidos. Aquela, mais nenhuma.

 

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por Ventania às 18:49

Domingo, 21.02.10

um amigo Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ

Sabe-se que se tem um Amigo para a vida toda, quando numa diluviana noite de sábado ele nos diz: "Eh pá no way, essa perspectiva de escrita e lenços de papel reforça-me a ideia de que é mesmo hoje que saímos então. Não vais passar o sábado inundada em melancolia." e passado pouco tempo nos aparece à porta com uma caixa de gelado.


Na verdade, sabe-se desde sempre, que há amizades que até cintilam de tão especiais que são. São estes pequenos grandes momentos que me recordam que ainda há bons motivos para procurar ser feliz.

(clicar na foto para um artigo muito interessante sobre os 7 tipos de amizade)

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por Ventania às 01:35

Sábado, 20.02.10

virado pra dentro

Este blog é virado para dentro, para os confins de mim, em senso lato ou nem tanto. É uma sala fechada em que as palavras são a psicoterapia. Raras vezes me lerão (aqui) a opinar sobre o 'mundo lá fora' (e se eu sou opinativa!). É para contra-balançar. É que na "vida real" passo muito mais tempo virada para fora e preciso de me recolher no casulo, cuidar dos meus eus e dos meus porquês. Se podia teclar palavras em alto débito sobre alguma coisa do tanto que me move, me perturba, me emociona, me revolta? Podia. Mas este não será o lugar. Tudo isso aqui me soa a futilidades, a intervalos para publicidade. E vejamos... nah, nesta vida a Ventania não está ainda em condições de pausar coisa nenhuma.

 

 

FIM DA CANÇÃO

Chegámos ao fim da canção,
E paro um pouco pra dormir.
É tarde pra voltarmos atrás,

Já nem há motivo algum para rir..
É como ouvir alguém dizer:
"Vê nessa procura
Uma razão
Pra virar a dor para dentro",
Que é virar o amor para dentro.
Falo de um amar para dentro,
Que é virar a dor para dentro..
Eu vou dizer até me ouvir,
A dor chegou para ficar.
Eu vou parar quando eu sentir;
Não haver motivo algum pra negar
É como ouvir alguém dizer:
"Vê nessa procura
Uma razão
Pra virar a dor para dentro",
Que é virar o amor para dentro.
Falo de um amar para dentro,
Que é virar a dor para dentro..

Pra virar a dor para dentro",
Que é virar o amor para dentro.
Falo de um amar para dentro,
Que é virar a dor para dentro..

Chegámos ao fim da canção
E paro um pouco para dormir...

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por Ventania às 22:50

Sábado, 20.02.10

...

Eu subia, ela descia. Nós na garganta. Quando os olhares se cruzaram, um suspiro de alívio. Alguém que compreende as tuas dores e os teus horrores, de ângulos diferentes, mas que compreende. Deixas de te sentir isolado no canto de lamentações que construíste. Ela parou, eu corri até ao cimo das escadas rolantes e tornei a descer. Abraçámo-nos. “Estás bem?”, perguntou. Abanei a cabeça. Ela afagou-me o cabelo e chorou comigo. Não nos despedimos e seguimos cada uma o nosso caminho.

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por Ventania às 15:12

Sexta-feira, 19.02.10

danoninho

 

 

É um pedacinho pequenino que falta. Coisa pouca, de entre o tudo que tenho e tive. Já tive a amizade, a cumplicidade, o companheirismo, o corpo, os risos, as lágrimas, a sede. Já o tive abraçado, enrolado ao coração, no frio, no calor e debaixo de água. Tantas vezes lhe ajeitei o cabelo, nos demos as mãos, nos rimos e nos abrimos. Beijei-lhe as pálpebras, os pés, o pescoço e o umbigo. Quilómetros de palavras desfolhadas, de passos lado a lado. Inícios, despedidas, recomeços. Convites, jantares, músicas. O que ficou a faltar? O passo em frente, o risco último, a tentativa de elevar tudo à 9ª potência, que nenhum de nós se contenta com pouco. E é por isso que aqui estou presa, não sei desistir antes de dar o tudo por tudo, o último fôlego. Ficou a faltar a oportunidade de ser a sério, sem regras, inteiro. Tudo o que foi, não passou dum ensaio tímido e a meio-gás, um pálido esboço cheio de amarras e impedimentos. Medo de falhar, medo de resultar, medo de perder o que foi recusado. Nunca pedi mais nada e não está fácil de recuar...

...

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por Ventania às 22:11

Sexta-feira, 19.02.10

Hedonism - Skunk Anansie

I should have said it before. I really do hope you're happy now. No one standing on your way. I miss you and our true moments of joy. I miss my friend and my insanity partner. I miss the stupid hope that someday you just might love me enough. I will always love you...

I hope you're feeling happy now.


I hope you're feeling happy now
I see you feel no pain at all it seems
I wonder what you're doin' now
I wonder if you think of me at all
Do you still play the same moves now
Or are those special moods
For someone else
I hope you're feeling happy now.

Just because you feel good
Doesn't make you right (oh no)
Just because you feel good
Still want you here tonight

Does laughter still discover you
I see through all those smiles
That look so right

Do you still have the same friends now
To smoke away your
Problems and your life
Oh how do you remember
Me
the one that made
You laugh until you cried
I hope you're feeling happy now

Just because you feel good
Doesn't make you right (oh no)
Just because you feel good
Still want you here tonight

Solo

Just because you feel good
Doesn't make you right (oh no)

Just because you feel good
Still want you here tonight

I wonder what you're doing now
I hope you're feeling happy now
I wonder what you're doing now
I hope you're feeling happy now


 

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por Ventania às 01:16

Quinta-feira, 18.02.10

...

Sacana, debochada, a rir-se para mim com aquele ar de quem goza o prato, de quem sabe que eu não devia estar aqui. Lê-me os pensamentos que eu ando a abafar, a espicaçar, a atiçar...

 

 

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por Ventania às 20:37

Terça-feira, 16.02.10

...

Sou uma margarida, singela, complexa, de pétalas (que são cada uma, uma flor) ao vento, livres, despenteadas. Pega-me em ramalhete e atira-me ao ar, desfolha-me ansioso que te diga quão bem-te-quero. Rega-me de olhares doces e abraços, prende-me nas tranças que cheiram a alecrim. Deixa-me mostrar-te as sombras do nosso jardim.

 

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por Ventania às 22:24

Terça-feira, 16.02.10

Se fosse contigo?

Baseado num conto de fadas irreal entre a Gata Borralheira, o Capuchinho Vermelho e a Branca de Neve, com nomes fictícios, sem maçãs nem Lobo Mau. O que farias se recebesses uma carta assim? Porquê? Qual dos três porquinhos tem o sapato de cristal da rainha de copas? A sério, ajudem-me lá a perceber...

 

Cinderela,

 

não queria fazer um monólogo porque não quero que me interpretes mal. Não tenho o direito nem de me intrometer nem de opinar coisa nenhuma, e podes bem mandar-me meter-me na minha vida, aceito.

Tenho este mau hábito de dizer tudo o que penso e sinto-me mal se não o fizer.

Acho que os teus contactos com o Príncipe Sapo são prejudiciais para ele. Acho que é injusto sequer meteres conversa se ele não te procura. Faz-lhe mal. E eu sei porque sinto o mesmo na pele. É óbvio que ele prefere um pouco de contacto a contacto nenhum, nunca vai ser ele a dizer-te que é mais fácil não pensar em ti se não te vir/ler/falar. Até pode não ser. Mas decididamente não ajuda em nada.

Se não queres nada dele, se não queres dar-lhe um fio de esperança, não dês. Não uses a sempre-presença e sempre-amizade dele. Esse fio de esperança pode suster uma pessoa durante anos, até sufocar.

Eu tenho a certeza que não fazes por mal, que queres que ele seja feliz. Liberta-o. Abre mão dele. Deixa-o onde pertence, nas recordações do passado. O teu caminho e o caminho do Príncipe Sapo já se cruzaram, mas hoje são distintos, nem sequer paralelos. Ele sofre muito com a “recodação da tua ausência”, com o remorso. E está a passar ao lado duma juventude feliz, por estar preso. Perdoa-o e liberta-o, corta-o pela raiz. Ele não sabe fazer isso sozinho, mesmo quando (diz que) quer.

Claro que não lhe passa pela cabeça que eu te diga isto. Do mesmo modo que não te passa pela cabeça as coisas que ele me diz a mim ou eu a ele.

As dores de quem amo também me doem a mim...

É só a minha opinão, faz com ela o que quiseres.

 

Bruxa Malvada

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por Ventania às 00:46

Segunda-feira, 15.02.10

The Fray - How to Save a Life

 

 

Step one you say we need to talk

He walks you say sit down it's just a talk
He smiles politely back at you
You stare politely right on through
Some sort of window to your right
As he goes left and you stay right
Between the lines of fear and blame
You begin to wonder why you came

CHORUS:
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life


Let him know that you know best
Cause after all you do know best
Try to slip past his defense
Without granting innocence
Lay down a list of what is wrong
The things you've told him all along
And pray to God he hears you
And pray to God he hears you

CHORUS:
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life

As he begins to raise his voice
You lower yours and grant him one last choice
Drive until you lose the road
Or break with the ones you've followed
He will do one of two things
He will admit to everything
Or he'll say he's just not the same
And you'll begin to wonder why you came

CHORUS:
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life

CHORUS:
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
How to save a life
How to save a life

CHORUS:
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life

CHORUS:
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
How to save a life 

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por Ventania às 00:04

Segunda-feira, 15.02.10

um castigo, um desespero, um medo

Uma declaração de amor, por Miguel Esteves Cardoso, no Público.

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por Ventania às 00:01

Domingo, 14.02.10

Stupid Cupid - Connie Francis

 

 

 

 

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por Ventania às 09:10

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