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Ventania

In two days tomorrow will be yesterday.



Quarta-feira, 29.02.12

Provoca-me que eu gosto

Tão frágil, por detrás da confiança que só o palminho de cara lhe dá, ostenta a mania da perseguição como bandeira. Sente-se ameaçada pelas verdades tapadas com a peneira, do passado e de hoje. Pobre papoila ondulante, ainda não percebeu que o mundo é um alguidar e as verdades (ou coincidências, ou meros factos), vêm sempre ao de cima, translúcidas e doiradas. E eu nutro uma certa empatia solidária pela figura, juro. Não faz ideia do quanto temos em comum, nem eu lhe digo, não quero amedrontar mais quem já se sente ameaçado. Não sabe que só tem aquele emprego porque me foi oferecido de bandeja e eu recusei... Muito menos sonha que descobri sangue do seu sangue na sala onde trabalho.

 

Ele há com cada uma que mais parecem duas, é o que vos digo.

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por Ventania às 23:59

Quarta-feira, 29.02.12

...

Tenho imensas ideias para posts quando estou a caminhar, ou na fila para a caixa no supermercado. Quando chego à frente do PC esvai-se tudo em fumo. =(

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por Ventania às 23:01

Quarta-feira, 29.02.12

Porque estou a precisar de (voltar) a meter o nariz fora de casa

1 - Descobrir, longos meses depois, que um antigo colega de escola que tinha dificuldades em Matemática é agora arquitecto e vive dois andares abaixo com a esposa. (Ficou bem mais giro com mais uns anos em cima, btw.)

 

2 - O colega que mora longe dizer que esteve a comer uma fartura ao pé dos carrinhos de choque na minha freguesia, e que depois foi até ao circo, e eu "Hã, mas quais carrinhos de choque? Há um circo?!" (Sim, e o circo estava a 250 m da minha porta.)

 

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por Ventania às 08:52

Quarta-feira, 29.02.12

...

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por Ventania às 08:00

Terça-feira, 28.02.12

O Amor é como Deus.

Dava muito jeito que existissem para podermos explicar e entender muitas coisas, mas... não existem.

 

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por Ventania às 08:42

Terça-feira, 28.02.12

...

O sofrimento é péssimo, tanto na pele como na pele de quem se quer bem. Pelo menos para mim, que tenho uma inevitável capacidade de esponja: absorvo as alegrias e tristezas dos que me rodeiam e são queridos. Se estão contentes, fico contente, se estão a sofrer, eu sofro também.

 

Quando alguém mesmo muito muito próximo sofre horrores, vilanias terríveis, também eu preciso dum calmante e também choro entredentes. Estou tão desolada como se fosse na minha pele. Pudesse eu chamar a mim a tua dor e isentar-te dela, fá-lo-ia sem hesitar. Ao menos eu já estou habituada a desilusões deste calibre.

 

Fuck bananas.

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por Ventania às 08:36

Terça-feira, 28.02.12

Ahahahahah! Bye now!

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por Ventania às 08:00

Terça-feira, 28.02.12

note to self

A "cola zero" do Pingo Doce tem cafeína. Devia ser "Cola zero ponto cinco".

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por Ventania às 01:03

Segunda-feira, 27.02.12

Quantos pais tens?

 

 

 

O ideal para qualquer criança era ter um lar saudável, um pai e uma mãe, dois avôs e duas avós, todos com muito amor e respeito para dar, carinhosos, sensatos, pacientes, com conhecimentos de pedagogia, psicologia, medicina e já agora magia.

Mas não há famílias ideais, nunca houve. Nada na vida é ideal. Todas as famílias têm questões a resolver, não há pessoas perfeitas, e há muitas pessoas (infelizmente demasiadas) sem a mais pequena aptidão para ter filhos (nem sequer estou a falar das condições - higiene, segurança, estabilidade). Pais que abandonam, maltratam, vendem, molestam, torturam os próprios filhos, são chocantes e deixam-nos perplexos, mas não são raros. Se estas pessoas deviam ter filhos? Obviamente que não, diz a razão, obviamente que sim, diz o livre-arbítrio e a lei.

Famílias disfuncionais são ainda mais, e por múltiplos e variados motivos. Às vezes as consequências para os menores são devastadoras e estes são afastados da família.

 

De facto, há inúmeras crianças pelo mundo fora que nunca tiveram pais, uma família, um colo. Por outro lado, há imensas pessoas que não conseguem ter filhos, ou que conseguem mas querem adoptar, sejam quais forem os seus motivos. Algumas destas pessoas são sozinhas, outras vivem como casais. Pessoas de todas as cores, credos, nacionalidades e tamanhos. Umas são mais ricas, outras mais pobres. Pessoas todas diferentes, algumas que já têm família, e até outros filhos, outras que querem dar uma família a alguém. Alguns dos casais que querem adoptar são casados, outros não; alguns são casais heterossexuais, outros são casais homossexuais. O que é que isso interessa?! Os casais separam-se, divorciam-se, afastam-se, tornam a casar; as famílias abarcam filhos de casamentos anteriores e posteriores, parentes, irmãos, tios, primos... Porque há-de a lei privar tantas crianças de acederem a essa felicidade que é não estar sozinho no mundo?! Porque tem a lei de impedir que algo tão natural como constituir família esteja vedado a casais homossexuais? Alguém retira filhos às mães solteiras por não fornecerem uma figura paternal às crianças? As famílias monoparentais estão porventura condenadas a traumatizar as crianças? A alternativa que a lei e o estado fornecem é deixar as crianças crescer num ambiente institucionalizado de regras e sem figuras-modelo. É isto que queremos fomentar, uma sociedade ainda mais desumanizada?

 

Podia continuar por capítulos inteiros. Esta temática envolve questões tão importantes quão delicadas, e há muitas questões cuja resposta formal do estado português não entendo, de todo. Mas disto não me restam dúvidas:

 

 

<

 

 

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por Ventania às 09:36

Segunda-feira, 27.02.12

please

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por Ventania às 08:00

Domingo, 26.02.12

Poder dos genes

Tenho família afastada, em termos de laços de sangue e também geográficos, que nunca conheci ao vivo e a cores. O meu pai descobriu há uns anos os contactos deles e manteve alguma ligação por telefone, depois também por e-mail. Há alguns meses as minhas "primas" (p'raí em 20º grau) adicionaram-me no Facebook e posso dizer que acho algo espantoso, mas temos imensas coisas em comum. Fisicamente temos várias semelhanças óbvias (até para mim que sou péssima a tirar parecenças) e, mais do que isso, os interesses delas têm tudo a ver com os meus. Por exemplo, a prima mais nova tirou o mesmo curso que eu, a mesma especialização, e é tão fascinada por viagens como eu, até os destinos favoritos coincidem.

 

Cool genes. Cool facebook. Cool cousins. :)

 

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por Ventania às 15:30

Domingo, 26.02.12

...

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por Ventania às 08:00

Sábado, 25.02.12

but who's counting?

(#57 dias vs #531) + (#787 dias vs #0) = 

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por Ventania às 22:50

Sábado, 25.02.12

O sítio mais solitário do mundo - Pipoca dos Saltos Altos

Esta rapariga não só escreve "p'ra caraças" como tem o condão de tocar em pontos que me são tão especiais...

 

Centenas cruzam-se por lá, uns apressados outros numa espera que se torna longa. Palco de lágrimas de despedida, abraços fortes. Palco de correrias para os braços de quem volta. Aeroportos. Criei uma aversão a aeroportos.
Passo lá muitos dias. Uns dias à espera de ver alguém partir, outros à espera de quem chega, na sua maioria estranhos para mim. Muitos de vocês não se apercebem da profundidade das despedidas, de quem não conhecem, juntos às partidas, até porque vocês mesmos estão de partida e com pressa. Eu passo lá horas, sem partir. Conto as famílias que se separam, os namorados que vão "morrer" de saudades. Vejo as lágrimas das mães dos filhos que vão para longe e ouço as juras de amor eterno dos amantes. Apercebo-me da profundidade das relações entre pessoas que me são estranhas.
Nas chegadas vejo as correrias. Os sorrisos assim que se avista quem os espera. As crianças no sentido contrário a quem chega para alcançarem os braços dos pais. Os namorados com flores, as namoradas saudosas. Os abraços, os beijos. O saltar para o colo. E os abraços outra vez, e mais beijos. E as silhuetas lado a lado, unidas pelas mãos, a abandonarem o que para mim é o lugar mais solitário do mundo.
Não sei quantas vezes já viajei. Já foram bastantes. Poucas comparadas às horas que passo em aeroportos a ver os outros irem e virem. Mas sei que mergulho por momentos na solidão. Eu e os aeroportos. Talvez esta aversão tenha a ver com o facto de nunca ninguém se ter ido despedir de mim ao aeroporto, ou sequer levar-me. Ou porque nunca ninguém me esperou à chegada. Nunca tive as despedidas, nem as juras de amor eterno, nem ninguém a "morrer" de saudades, ou uma mãe saudosa antes de eu partir. E nunca à chegada correrias, nem um colo para onde saltar, nem flores, nem saudades, nem abraços. Nunca ninguém à espera. Eu e os aeroportos. O lugar mais solitário do mundo. Aeroportos. É a minha silhueta sozinha a abandonar o palco dos abraços e beijos e correrias dos outros.
Eu e a minha bagagem a caminho do táxi de cabeça baixa. Ao longe, na minha mente, o som de violinos tristes, como nos filmes. A miúda que nunca tem ninguém à espera. A de quem ninguém tem saudades, daquelas que não podem esperar por não fazerem "morrer" ninguém. A minha silhueta unida à da bagagem, e os olhos no chão para não ver os abraços e beijos dos outros. Para não contar os casais e nem as famílias. Nem as correrias, nem as crianças. Eu e os aeroportos. O sítio mais solitário do mundo.

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por Ventania às 20:05

Sábado, 25.02.12

Such a teenager!...

I loooove Glee!

(Fox Life rules!)

 

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por Ventania às 14:58

Sábado, 25.02.12

did, the word is did

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por Ventania às 08:00

Sábado, 25.02.12

...

A sexta-feira é prolongada pela madrugada dentro porque é aos fins-de-semana que os demónios guincham fininho e recordam que os piores pesadelos acontecem quando temos os olhos abertos.

 

 

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por Ventania às 03:17

Sexta-feira, 24.02.12

Fei@s

 

 

 

Uns por 'opção'*, uns por excesso de plásticas, outros por falta delas.

Perguntas retóricas, que podem servir de espelho:

São menos felizes que as estampas que por aí andam? Menos capazes ou talentosos? Menos amados?

...

 

* a Betty só se disfarça de feia, que por acaso é linda.

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por Ventania às 23:57

Sexta-feira, 24.02.12

Ugly

Há muitas maneiras de chamar "feio" a alguém. Com crueldade, deixando sair uma exclamação sem querer, com um olhar de desdém, com uma comparação mal expressa, na cara ou pelas costas, com um "mas" desnecessário, com um conselho de amigas ou uma pergunta inocente.
Chama-se feio a alguém quando um marido não toca a esposa, chama-se feio a alguém quando um amigo diz a uma rapariga "és bem mais gira do que aquela", indicando uma outra feia num dia mau, chama-se feio a alguém quando ver uma fotografia é o suficiente para afugentar quem estava até aí tão interessado, chama-se feio a alguém quando se lhe diz que aquela outra sim, era bem bonita, chama-se feio a alguém quando se chama feio a outro alguém nitidamente mais bonito, chama-se feio a alguém quando se frisa que sim, iria com ela para a cama "sem problema algum".
Yeap. Chama-se feio e coisas ainda piores.

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por Ventania às 08:17

Sexta-feira, 24.02.12

...

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por Ventania às 08:00

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